Agora
também se fazem leis pelo Telhado. Estou a falar da Lei das “Beatas” atiradas
para o chão, eu sei que aproximadamente 60 milhões de filtros de cigarro foram
apanhados desde a década de 80. Isto ultrapassa em muito a quantidade de plásticos.
Que são uma enorme fonte de poluição e tal.
Mas a verdade é que 80% do que pagamos por um maço de cigarros, são impostos,
os fumadores, esses grandes criminosos, já só tem 10% de locais onde podem
fumar e agora nem esses, pois e voltando a questão de fazer as leis pelo telhado,
onde estão os cinzeiros? Podemos andar quilómetros nas ruas de Portugal e não
encontramos um único cinzeiro! Vamos fazer o quê meter a cinza e as beatas no
bolso até chegarmos a casa?
Ou esta lei parva vai ser como a de atirar beatas dos carros em andamento? Onde
até hoje nunca ninguém foi multado por isso!
Já sei fez-se a lei porque fica bem, porque é politicamente correcto! Tal como os
peões atravessar a rua fora da passadeira, também é crime passivo de coima
desde 2001 e até hoje ninguém foi autuado por isso.
Vivemos no Portugal do faz de conta.
Metam lá os cinzeiros e depois pensei em multas as pessoas!
Este Blogsopt é o ponto de vista de Henrique Tigo sobre o Mundo. Enquanto Artista, Geógrafo e acima de tudo Homem Livre e de bons costumes!!!.
quinta-feira, julho 18, 2019
terça-feira, junho 04, 2019
17º Livro do escritor Henrique Tigo, apresentado na 89º Feira do Livro de Lisboa
“Estórias do meu eu”, é o último livro de Henrique Tigo,
este novo livro, é um livro de crónicas, estórias das vivências deste autor com
várias personalidades tais como: Dr. Jorge Sampaio (antigo Presidente da
República), Edmundo Pedro, Álvaro Cunhal, Fernando Valle, Altino do Tojal,
Eduardo Olímpio entre outros.
Além dessas vivências este livro fala-nos das suas preocupações e inquietações enquanto Homem-livre, cidadão e Artista.
Algumas destas cronicas já tinhas sido publicadas em revistas e jornais tais como; Visão, Sábado, Público, Comarca de Arganil, Jornal de Arganil, Varzeense entre outros.
Este que foi o 17º livro deste autor, que só em 2019 já apresentou “Fotobiografia de H. Mourato”, “Poesia entre Colunas” e este “Estórias do meu eu”.
Texto – David Silva
Além dessas vivências este livro fala-nos das suas preocupações e inquietações enquanto Homem-livre, cidadão e Artista.
Algumas destas cronicas já tinhas sido publicadas em revistas e jornais tais como; Visão, Sábado, Público, Comarca de Arganil, Jornal de Arganil, Varzeense entre outros.
Este que foi o 17º livro deste autor, que só em 2019 já apresentou “Fotobiografia de H. Mourato”, “Poesia entre Colunas” e este “Estórias do meu eu”.
Texto – David Silva
Fotos - Luís Rosa
quinta-feira, maio 23, 2019
Estórias do meu eu
"Estórias do meu eu" deste que é o 17 livro do escritor Henrique Tigo.
Trata-se de um livro de crónicas de várias estórias das vivências deste autor com várias personalidades tais como: Jorge Sampaio, Edmundo Pedro, Álvaro Cunhal, Fernando Valle, Altino do Tojal, Eduardo Olímpio entre outros. Este livro fala-nos dos seus ídolos além das suas preocupações e inquietações enquanto Homem, cidadão e Artista.
segunda-feira, maio 13, 2019
quarta-feira, abril 24, 2019
Lançamento do livro Poesia Entre Colunas
Poesia Entre Colunas, marca o regresso de Henrique Tigo a
poesia, este que é o seu 16 livro publicado, e o 6 de poesia. Lançado no dia
internacional do Livro, no Teatro Passagem de Nível em Alfornelos.
Este livro traz-nos poemas com um toque autobiográficos, que captam fragmentos da vida deste artista multifacetado, que acaba de assinalar 25 anos de carreira como artista-plástico.
Henrique Tigo é um artista brilhante sem medo de ser sincero, que batalha com ideias e preocupações e que as coloca no papel em forma de poesia, mas de uma forma tão genial e em profunda liberdade.
Não posso deixar de recomendar este livro a quem ama literatura e em especial poesia, digo mais: "Isto é poesia e da Boa!"
Paulo Marcelo
Este livro traz-nos poemas com um toque autobiográficos, que captam fragmentos da vida deste artista multifacetado, que acaba de assinalar 25 anos de carreira como artista-plástico.
Henrique Tigo é um artista brilhante sem medo de ser sincero, que batalha com ideias e preocupações e que as coloca no papel em forma de poesia, mas de uma forma tão genial e em profunda liberdade.
Não posso deixar de recomendar este livro a quem ama literatura e em especial poesia, digo mais: "Isto é poesia e da Boa!"
Paulo Marcelo
segunda-feira, abril 15, 2019
A minha Mãe declamado por Jorge Mourato
Poema " A minha Mãe" do livro Poesia Entre Colunas de Henrique Tigo, declamado pelo actor Jorge Mourato
sexta-feira, abril 05, 2019
segunda-feira, abril 01, 2019
Apresentação da Fotobiografia H. Mourato em Santiago do Cacém
No passado sábado dia 30 de Março aconteceu na biblioteca Manuel da Fonseca em Santiago do Cacém um pequeno evento que marcou a apresentação pública do livro H. Mourato Fotobiografia, de um dos santiaguenses de Mérito e, um dos Melhores na sua arte (pintura, retrato e, escultura), o Mestre H. Mourato. O evento Cultural, teve o patrocínio da autarquia de Santiago do Cacém que comprou 150 livros para oferecer a população de Santiago do Cacém e oferecer as escolas, bibliotecas do Concelho.
Este livro foi escrito por Henrique Tigo, sendo está a 15 obra deste artista. Ficamos a saber pela editora Calçadas das Letras, que em Maio será lançado mais um livro deste autor com o título “Estórias do meu Eu”.
Este livro foi escrito por Henrique Tigo, sendo está a 15 obra deste artista. Ficamos a saber pela editora Calçadas das Letras, que em Maio será lançado mais um livro deste autor com o título “Estórias do meu Eu”.
sexta-feira, março 22, 2019
Exposição dos 25 anos de Carreira de Henrique Tigo
Henrique Tigo, é Pintor, escultor, gravador, poeta, escritor, gastrónomo e professor é considerado por muitos o “homem dos sete instrumentos” pela forma pluridisciplinar de agir em diversos campos profissionais e artísticos, sendo-lhe reconhecidas, ao longo dos anos, capacidades únicas de organização e empreendedorismo.
Licenciado em Geografia e Mestrado em Ciência Política.
Tem exposto individual e colectivamente desde 1993, conta mais de 400 exposições em Portugal e além-fronteiras em países como: Itália, França, Espanha, Alemanha, Reino-Unido, Polónia, Japão e Brasil entre outros.
Tem exposto individual e colectivamente desde 1993, conta mais de 400 exposições em Portugal e além-fronteiras em países como: Itália, França, Espanha, Alemanha, Reino-Unido, Polónia, Japão e Brasil entre outros.
Está representado em inúmeros museus e organismo públicos e privados em Portugal e no Estrangeiro.
A Convite da Provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Henrique Tigo comemora os seus 25 anos de Carreira no Espaço Santa Casa em Lisboa.
A Convite da Provedoria da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Henrique Tigo comemora os seus 25 anos de Carreira no Espaço Santa Casa em Lisboa.
Sobre esta exposição:
Exposição de pintura de Henrique Tigo
25 anos de Pintura ComTigo
A exposição de pintura de Henrique Tigo está patente no Espaço Santa Casa no Largo Campo Santa Clara junto à feira da Ladra.
Entrei, fiz uma passagem rápida de olhar pela sala a fim de me aperceber da dimensão da obra de Henrique Tigo.
Os meus olhos fixaram-se em alguns quadros de um conjunto de quarenta que fazem parte da exposição.
Um olhar mais atento pude observar o traço, a leveza das cores, a combinação da luz e os contrastes que o artista aplica na sua técnica de
pintor.
Os quadros também nos levam numa viagem ao interior da consciência do pintor, porque se sente a sua revolta, a sua imaginação e contemplação do
belo, a sua poesia em pintura lê-se como uma partitura.
A evolução do seu crescimento como artista está bem vincado no traço fino, que as cores da sua paleta misturaram.
A sua técnica como pintor está truncada com o tema da evolução humana os seus mitos e realidades, muito bem retratada nas telas da exposição
O retrato que tem por nome os lábios da menina, convida-nos a mergulhar na beleza das cores e na sensualidade do traço.
A exposição é uma mistura de sons e imagens que teremos que sentir ao visitar a obra do pintor.
Os quadros representam a energia, o sentimento e o vigor do autor.
Lisboa 21 de Março de 2019
António Barbosa Oliveira
terça-feira, março 19, 2019
25 Anos ComTigo Exposição de Pintura
25 Anos ComTigo – Exposição de Pintura
Arte e contextos
Numa experiência inédita, Joshua Bell, famoso violinista,
tocou incógnito durante 45 minutos numa estação de Metro em hora de ponta.
Despertou pouca atenção.
Ninguém reparou nele, nem que tocava um Stradivarius de 1713
avaliado em 3 milhões de euros.
Foi simplesmente ignorado.
Segundo Mark L director de uma galeria de arte em NY, se
tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante,
ninguém notará.
Não vamos cair no mesmo erro.
O Tigo é….
-escritor
-poeta
-pintor
Temos um stradivarius da poesia, da escrita, da pintura
perto de nós e não damos conta.
Tanta palavra para dizer que a obra do colega Tigo deve ser
apreciada com atenção.
Abram os olhos e a mente.
Aproveitem esta maravilhosa exposição
David
Jornalista
segunda-feira, março 18, 2019
25 Anos ComTigo Exposição de Pintura na SCML (Espaço Santa Casa)
Sobre esta Exposição
Henrique Tigo completou no ano passado, quarenta anos de vida e vinte e cinco anos de uma vasta carreira artística, que representa e simboliza muitas das dimensões criativas da sua longa vida artística.
Desenho, xilogravura, serigrafia, escultura e a pintura foram as formas de arte que utilizou e que apresentou em inúmeras exposições em Portugal e no estrangeiro.
Fez a sua primeira exposição com quinze anos e, desde então, apresentou as suas obras em vários países da Europa, da Espanha à Polónia, mas também no Brasil e até passou pelo Japão.
Foi comissário e criador de Bienais de arte além de diretor de galerias de arte. Não é de menos referir que é assíduo colaborador na ilustração de capas de livros, CDs, jornais e revistas.
É com agrado e merecido reconhecimento que as suas obras se têm materializado em numerosos museus e organismos públicos e privados.
Sendo o Henrique um colaborador da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, é com enorme contentamento que o Espaço Santa Casa recebe a sua exposição comemorativa de 25 anos de Carreira.
Como seu amigo, tenho acompanhado a sua carreira nestas últimas décadas, por isso tenho a forte convicção de que esta exposição vai ser de grande agrado do nosso público e onde vamos todos aprender com a sua irreverência artística e com o seu grande amor pela arte e pela cultura.
Sérgio Cintra
sexta-feira, fevereiro 22, 2019
Henrique Tigo fala sobre o Pai H. Mourato
Foi finalmente lançada a Fotobiografia do Mestre H. Mourato, numa edição da `Calçada das Letras´.
A obra, que teve o seu lançamento no passado dia 8 de Fevereiro, no `Teatro Passagem de Nível´ em Alfornelos.
A mesma foi apresentada por Severino Moreira (Pai Natal), Eng. António Santos Rosa pelo autor Dr. Henrique Tigo.
Esta obra merece integrar as estantes de todos quantos valorizam e acarinham as pessoas que às Artes dão o seu melhor esforço e reconhecido talento.
Sobre este livro o Presidente da Assembleia da República Dr. Eduardo Ferro Rodrigues escreveu no Posfácio.
“Fiz questão de escrever algumas palavras, para o Mestre H. Mourato, como sinal de reconhecimento institucional por esta vida dedicada à pintura, escultura e à ilustração.
Aprendeu com grandes mestres; as suas obras estão espalhadas por inúmeras colecções e foram expostas em vários pontos do mundo.
O teatro e a dança também beneficiaram da sua criatividade e da sua qualidade artística.
Com raízes fortes na sua terra Santiago do Cacém, o Mestre H. Mourato é um verdadeiro artista do mundo.
Muitos parabéns pela sua obra e carreira”.
Este é o 15 livro publicado pelo Dr. Henrique Tigo, mas até ao fim deste ano, este escritor ainda vai lançar mais dois novos livros.
Devido ao enorme sucesso deste obra e o facto da mesma já se encontrar praticamente esgotada a Editora Calçada das Letras informou que vai já fazer a segunda edição desta Fotobiografia de H. Mourato que retrata os últimos 70 anos de vida e 50 anos de carreira do Mestre H. Mourato, uma viagem pela sua vida e carreira através de mais de 500 fotos e textos, críticas e depoimentos de quem partilhou estes últimos anos com o Mestre.
Fotobiografia de H. Mourato
Veja a reportagem da TV Amadora em:
https://www.tvamadora.com/Home/Video/6241
https://www.youtube.com/watch?v=RnOd0sHyrSM&t=22s
terça-feira, fevereiro 12, 2019
Lançamento da Fotobiografia de H. Mourato
Apresentada no passado dia 8 de Fevereiro de 2019 pelas 19h no Teatro Passagem de Nível - Auditório de Alfornelos - Praça José Afonso, 15 E, C.C. Colina do Sol, Lj. 55, 2700-495 Amadora.
Fotobiografia de Mestre H. Mourato, retrata os últimos 70 anos de vida e 50 anos de carreira do Mestre H. Mourato, uma viagem pela sua vida e carreira através de mais de 500 fotos e textos, críticas e depoimentos de quem partilhou estes últimos anos com o Mestre.
«Fiz questão de escrever algumas palavras, para o Mestre H. Mourato, como sinal de reconhecimento institucional por esta vida dedicada à pintura, escultura e à ilustração.
Aprendeu com grandes mestres; as suas obras estão espalhadas por inúmeras colecções e foram expostas em vários pontos do mundo.
O teatro e a dança também beneficiaram da sua criatividade e da sua qualidade artística.
Com raízes fortes na sua terra Santiago do Cacém, o Mestre H. Mourato é um verdadeiro artista do mundo.
Muitos parabéns pela sua obra e carreira»
Este livro conta com textos, críticas e depoimentos de diversas personalidades entre elas destacamos:
Águeda Sena, António Alçada Baptista, António Ramalho Eanes, Alberto Pimenta, Afonso Almeida Brandão, Amélia Vieira, Arquimedes da Silva Santos, Augusto Rodrigues, Barão Rabasquinho, Carlos do Carmo, Carlos Carranca, Edgardo Xavier, Edmundo Pedro, Eduardo Afonso, Eduardo Ferro Rodrigues, Guilherme Leite, H. Mourato, Henrique Ribeiro, Henrique Tigo, JP Blanchon, Joaquim Braga, Joaquim Evónio, Jorge Ganhão, Jorge Listopad, Jorge Lopes, José Peixoto, Luís Filipe Castro Mendes, Luís Roza Dias, Miguel Honrado, Maria Barroso Soares, Pedro Barroso, Rodrigo Vaz, Rui Zink, Vítor Melícias, Severino Moreira, Teresa Rita Lopes, Vítor Ferreira
quinta-feira, dezembro 13, 2018
segunda-feira, agosto 27, 2018
Tratamento entre Confrades
Tratamento entre Confrades.
Faz-me confusão, como é que as pessoas entram, fazem parte ou dirigem uma coisa, que não sabe o que são.
Como por exemplo, uma Confraria e o que é uma Confraria, ou ainda mais em concreto uma Confraria Gastronómica; e sobre Confraria no dicionário encontramos: Por confradaria de frade < Lat. fratre, irmão s. f., associação com ou sem fins religiosos; irmandade; congregação; conjunto de pessoas da mesma categoria, com os mesmos interesses ou com a mesma profissão; sociedade; associação.
Assim faz-me muita confusão quando assistimos, nos capítulos de entronização, começam a tratar os confrades pelos seus títulos académicos ou outros, afinal de contas estamos numa confraria ou seja uma irmandade, nas confrarias isto é inadmissível, uma vez que uma confraria é uma irmandade, e não se trata um Irmão por Dr., Eng., ou Arq., ou qualquer outro título.
Embora esteja igualmente errado, até dou de barato, que se tratem por Vocês, porque desconhecem a que “você” não existem na Língua portuguesa, até porque mesmo em certas regiões de Portugal, especialmente nas zonas desenvolvidas como as cidades, o tratamento por você é considerado diminuidor, tradicionalmente a resposta é "você é linguagem de estrebaria!", e é considerado até uma forma de insulto ou de desvalorização. Num contexto mais formal, o “você” é substituído por "senhor", "senhora" ou, na maioria das vezes, simplesmente não se recorre a um sujeito.
Uma Confraria, irmandade ou fraternidade é um grupo de pessoas que se associa em torno de interesses ou objetivos comuns, seja o mesmo ofício, a mesma profissão, modo de vida ou religiosos ou espirituais.
O termo origina-se da Idade Média, a referir-se a associações religiosas ou laicas, que se reuniam com a dupla finalidade - espiritual e assistencial.
As confrarias laicas ou corporativas eram associações que tinham como finalidade a assistência mútua dos associados e a defesa dos interesses comuns, a assistência em caso de pobreza, doença e velhice, bem como o sepultamento e sufrágio das almas dos confrades.
Das Confraria laicas, nasceram as Confraria Gastronómicas, que nasceram com a finalidade da defesa de um produto local, regional ou nacional, não deixando que o mesmo se perca com o tempo e salientando as suas origens e tradições.
Acho que está na altura das pessoas, que estão ou vão entrar para uma confraria saibam a história e tradição do que é uma confraria e como se devem tratar dentro da mesma.
Afinal das Confraria não foram criadas de certeza para serem feiras das vaidades.
Um povo que não conhece a sua história está condenado a não saber projectar bom futuro”.
Faz-me confusão, como é que as pessoas entram, fazem parte ou dirigem uma coisa, que não sabe o que são.
Como por exemplo, uma Confraria e o que é uma Confraria, ou ainda mais em concreto uma Confraria Gastronómica; e sobre Confraria no dicionário encontramos: Por confradaria de frade < Lat. fratre, irmão s. f., associação com ou sem fins religiosos; irmandade; congregação; conjunto de pessoas da mesma categoria, com os mesmos interesses ou com a mesma profissão; sociedade; associação.
Assim faz-me muita confusão quando assistimos, nos capítulos de entronização, começam a tratar os confrades pelos seus títulos académicos ou outros, afinal de contas estamos numa confraria ou seja uma irmandade, nas confrarias isto é inadmissível, uma vez que uma confraria é uma irmandade, e não se trata um Irmão por Dr., Eng., ou Arq., ou qualquer outro título.
Embora esteja igualmente errado, até dou de barato, que se tratem por Vocês, porque desconhecem a que “você” não existem na Língua portuguesa, até porque mesmo em certas regiões de Portugal, especialmente nas zonas desenvolvidas como as cidades, o tratamento por você é considerado diminuidor, tradicionalmente a resposta é "você é linguagem de estrebaria!", e é considerado até uma forma de insulto ou de desvalorização. Num contexto mais formal, o “você” é substituído por "senhor", "senhora" ou, na maioria das vezes, simplesmente não se recorre a um sujeito.
Uma Confraria, irmandade ou fraternidade é um grupo de pessoas que se associa em torno de interesses ou objetivos comuns, seja o mesmo ofício, a mesma profissão, modo de vida ou religiosos ou espirituais.
O termo origina-se da Idade Média, a referir-se a associações religiosas ou laicas, que se reuniam com a dupla finalidade - espiritual e assistencial.
As confrarias laicas ou corporativas eram associações que tinham como finalidade a assistência mútua dos associados e a defesa dos interesses comuns, a assistência em caso de pobreza, doença e velhice, bem como o sepultamento e sufrágio das almas dos confrades.
Das Confraria laicas, nasceram as Confraria Gastronómicas, que nasceram com a finalidade da defesa de um produto local, regional ou nacional, não deixando que o mesmo se perca com o tempo e salientando as suas origens e tradições.
Acho que está na altura das pessoas, que estão ou vão entrar para uma confraria saibam a história e tradição do que é uma confraria e como se devem tratar dentro da mesma.
Afinal das Confraria não foram criadas de certeza para serem feiras das vaidades.
Um povo que não conhece a sua história está condenado a não saber projectar bom futuro”.
Henrique Tigo
Grão-mestre da Confraria dos Enchidos
sexta-feira, agosto 24, 2018
Barão de Alfornelos
Barão de Alfornelos
Por direito próprio tem o Senhor Barão de Alfornelos, Dom Henrique Tiago Nogueira Afonso Mourato ( Henrique Tigo) as suas armas registadas no Real Conselho de Nobreza. As referidas nobres armas estão ordenadas da seguinte forma:
De Azur, com um Leão rampante, coroado, de ouro, segurando na garra dextra uma corbeille de três Romãs de prata; correia de gules, paquife e virol de Azur e Prata. Coroa de barão. Timbre o leão coroado sainte e rampante.
Romãs
Fruto oriundo da antiga Pérsia, há quem acredite que as romãs eram uma fruta do Paraíso. A origem do seu nome vem do latim ‘pomum’ (maçã) ‘granatus ‘ (com sementes). Os arquivos cuneiformes da Mesopotâmia já tinham referências às romãs. Por causa da sua casca grossa as romãs resistem mais do que outras frutas às variações meteorologicas. Por isso foram usadas como alimento nas travessias do deserto.
A Sagrada Escritura ensina que as romãs são símbolos de Rectidão ou Honradez. O livro do Êxodo explica que as romãs estavam esculpidas no Templo de Salomão em Jerusalém. Cada romã possui 613 sementes. Tantas, quantos os provérbios judaicos (Mitzvots) inscritos na Tora.
O estilo Manuelino esculpido na pedra dos mosteiros dos Jerónimos, da Batalha ou de Tomar, tem nas romãs uma presença permanente. Nos edifícios simbólicos do reinado de D.Manuel I, sobretudo nos domínios da Ordem de Cristo vislumbram-se com frequência três romãs sobre a Esfera Armilar. Cristóvão Colombo parecia ter relações muito íntimas mas secretas com a Ordem de Cristo. Um dos aspectos que o aproximam desta Ordem é o seu apego ao culto do Espírito Santo e a Jerusalém. O retrato de Cristóvão Colombo está representado na “Virgem dos Navegantes” pintado cerca de 25 anos depois do seu falecimento pelo pintor alemão Alejo Fernandéz (c. 1470 - 1545) que regista no vestuário de Colombo, um padrão de três romãs. Não se sabe se para afirmar as raizes judaicas de Colombo. Sabe-se que o navegador chamou Granada a uma das primeiras ilhas que descobriu.
A Sagrada Escritura ensina que as romãs são símbolos de Rectidão ou Honradez. O livro do Êxodo explica que as romãs estavam esculpidas no Templo de Salomão em Jerusalém. Cada romã possui 613 sementes. Tantas, quantos os provérbios judaicos (Mitzvots) inscritos na Tora.
O estilo Manuelino esculpido na pedra dos mosteiros dos Jerónimos, da Batalha ou de Tomar, tem nas romãs uma presença permanente. Nos edifícios simbólicos do reinado de D.Manuel I, sobretudo nos domínios da Ordem de Cristo vislumbram-se com frequência três romãs sobre a Esfera Armilar. Cristóvão Colombo parecia ter relações muito íntimas mas secretas com a Ordem de Cristo. Um dos aspectos que o aproximam desta Ordem é o seu apego ao culto do Espírito Santo e a Jerusalém. O retrato de Cristóvão Colombo está representado na “Virgem dos Navegantes” pintado cerca de 25 anos depois do seu falecimento pelo pintor alemão Alejo Fernandéz (c. 1470 - 1545) que regista no vestuário de Colombo, um padrão de três romãs. Não se sabe se para afirmar as raizes judaicas de Colombo. Sabe-se que o navegador chamou Granada a uma das primeiras ilhas que descobriu.
Leão
Símbolo de força, grandeza e nobreza de condição. Foi com as marcas da sua casa real que sua majestade o rei Kigeli V quis assinalar e distinguir, este novo barão.
É todo este simbolismo da rectidão e honradez, da terra geográfica conhecida, da união das diferenças, da ligação ao Espírito Santo e ao Templo de Salomão que este já antes homem de bem, carregará nas armas que o assinalam como barão.
É todo este simbolismo da rectidão e honradez, da terra geográfica conhecida, da união das diferenças, da ligação ao Espírito Santo e ao Templo de Salomão que este já antes homem de bem, carregará nas armas que o assinalam como barão.
Sou abstémio
Sou abstémio!
Vivemos num dos países com maior
consumo de bebidas alcoólicas e no pais com maior consumo de vinho do mundo. Numa
altura em que tanto se fala de bullying, esquecem-se das pessoas que sofrem de
bullying por serem abstémios.
Eu sou, abstêmio assumido. Nunca
bebi vinho nem cerveja na minha vida e por isso sou vítima de “bullying” porque
em Portugal, ainda temos a mentalidade que “Macho que é Macho tem de beber”.
Não necessito de beber para me
divertir ou saborear uma bela refeição. Quem disse que a comida só é boa se
acompanhada por vinho?
As pessoas não percebem ou não
querem perceber o quanto são “chatas” e mal-educados com a questão do beber
vinho e vivo num grande dilema: como convencer a todos que sou feliz sem beber
e que gosto de estar sóbrio?
Ser abstémio para mim é natural e
nunca ninguém nunca me obrigou a ser abstémio foi por opção própria, aliás o
meu pai e os avós eram apreciadores de bom vinho, mas nunca me aborreceram por
eu não querer beber.
Fiz parte da comissão de praxes na
faculdade e sobrevivi a esses tempos sem beber nada, aí, onde eram comuns as
rodadas e mais rodadas nos bares perto do campus da Universidade e até havia o
Rally das Tascas. Eu fiz tudo: mesmo tudo, diverti-me, ri, chorei, emocionei-me
e até amei mas, sempre sóbrio.
Hoje como Grão-mestre de uma
confraria gastronómica mantenho-me com o meu estado de abstémia, e não é fácil
pois anda tudo à minha volta a “melgar”: É hoje que vais beber, bebe isto e
aquilo, é hoje, de hoje não passa…
Chega, se eu estive 40 anos sem
beber, se ninguém me conseguiu convencer a beber vinho ou cerveja, não vão ser
as “melgas” que acham que têm graça que o vão conseguir… Eu nunca digo, nunca,
nem digo que um dia possa querer experimentar, mas será quando me apetecer, até
lá, chega!
Portugal têm a maior taxa de
acidentes mortais por causa da ingestão de bebidas alcoólicas, mas mesmo assim,
as pessoas continuam a beber e a meterem-se no carro, colocando a sua vida, e a
dos outros, em risco, e ainda chateiam os outros para beber. Eu sou abstêmio e
o que me oferecem nos meus anos e no Natal? Garrafas de Vinho!
É como os que se dizem católicos,
que não comem carne na Quarta-Feira de Cinzas, nas sextas-feiras da Quaresma e
na Sexta-Feira Santa, porque representa o Corpo de Cristo, mas os Portugueses
são os únicos que nesta altura bebem vinho, o que não deviam fazer pois ele
representa o sangue de Cristo, se não comem carne, não deviam beber vinho, mas
isso não.
Já o Prof. Dr. Oliveira Salazar,
mandava beber vinho e até dizia que “…beber vinho é dar de comer a um milhão de
Portugueses.”
Tudo bem, cada maluco com a sua, eu
respeito a vossa, por isso só peço: -Respeitem a minha abstinência!
quinta-feira, agosto 23, 2018
Entrevista na SIC dia 16 de Agosto de 2018
quinta-feira, julho 26, 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















