quarta-feira, março 20, 2013

Entrevista ao Grão-mestre


Confraria dos Enchidos faz 6 meses
Entrevista com o seu Grão-mestre.

Quando se ouve falar em Confraria Gastronómicas, pensamos logo em algumas regiões de Portugal, mas no passado dia 31 de Outubro de 2012, nasceu uma nova confraria em Lisboa.

Um grupo de amigos juntou-se e criaram a confraria de que se fala no momento, uma vez que a mesma faz meio ano de existência resolvi realizar esta entrevista com o confrade fundador e Grão-mestre Henrique Tigo para melhor conhecermos esta confraria.

O.F: Como tiveram a ideia de criar a Confraria dos Enchidos?
H.T: Nós já andávamos com a ideia de criar uma confraria, e como todas as sextas feiras, almoçamos juntos e já nós entoávamos “a confraria”, e as nossas entradas são sempre uma travessa de enchidos, achamos que poderíamos ser a Confraria dos Enchidos.

O.F: E que passos deram para criar a confraria?
H.T: Fomos nos informar se já havia alguma confraria dos enchidos, vimos que não… então, entramos em contacto com a Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas (FPCG), tivemos todas as informações e indicações de como criar uma confraria, e a Dr.ª Madalena Garrido, presidente da FPCG, deu-nos toda a ajuda necessária para tornar esse sonho numa realidade.

O.F: Porque dizem que a confraria nasceu no dia 31 de Outubro de 2012?
H.T. Foi no dia em que nos reunimos todos, numa assembleia-geral, e onde criamos os nossos estatutos e elegemos os órgãos sociais, ficando assim a data oficial “do nascimento da confraria”.

O.F: Que passos deram a seguir?
H.T: Tivemos de criar um logótipo e um traje, pelo que  falei com o artista plástico Ricardo Passos que criou este lindíssimo logótipo e eu desenhei o traje, criamos um facebook e uma página na net, ambos criados pelo nosso confrade Pedro Boléo. Site que aconselho uma visita em www.confrariadosenchidos.com

O.F: Sabemos que já houve uma polémica com o vosso logótipo que andou em vários jornais regionais e nacionais. O que se passou afinal?
H.T: Fomos questionados por outras confrarias se estávamos a promover/apadrinhar a Feira dos Enchidos de Monchique, pois o nosso logótipo estava nos cartazes daquele evento quando analisamos, o logótipo usado pela autarquia  para promover o certame era "praticamente igual" ao da nossa confraria.
Assim entramos em contacto com os responsáveis da Câmara Municipal, que negaram a semelhança entre as imagens e afirmaram que agora nada poderiam fazer, uma vez que o material publicitário já tinha sido distribuído e que mesmo que fossemos para tribunal, até a situação ser resolvida o certame já tinha acabado.
Mesmo assim demos à Câmara uma hipótese de chegar a um consenso até hoje, mas ainda não obtivemos resposta, e não houve qualquer pedido de desculpas ou tentativa de se dissociarem da imagem da confraria.
Aliás os responsáveis da Câmara além de nada terem feito ainda disseram em publico que esta polémica ainda fez que o certame tivesse mais visitantes, pois “demos-lhe publicidade grátis e da boa”.
Quero salientar que a C.G.E não tem nada contra este tipo de certames pois um dos objectivos da nossa confraria é ajudar os produtores e artesãs/ artesãos dos enchidos, assim como aos apreciadores de enchidos, promover o contacto com o que de melhor se faz em Portugal.

O.F: A quem diga que as confrarias são um grupo de amigos que se reúnem só para “almoçaradas”. O que diz sobre isso?
H.T: Os objectivos de todas as confrarias estão bem definidos por cada uma, mas todas tem como objectivo defender a gastronomia nacional que além de ser um património nacional, é também cultura, preservando assim as receitas dos nossos antepassados, ajudando as mesmas a passarem de geração em geração.
Assim as confrarias são como cavaleiros que se comprometem as zelar e divulgar a nossa identidade através do enorme património gastronómico que os nossos antepassados nos deixaram

O.F: E então que iniciativas fizeram até agora?
H.T. Realizamos no nosso I Capitulo de Entronização, e onde os nossos principais órgãos sociais foram entronizados pelas nossas confraria madrinhas, a Confraria da Chanfana e a Confraria da Marmelada de Odivelas.
Organizamos uma prova de degustação em Massamá, fomos o júri do melhor enchido da 24ª Feira do Enchido em Tábua, celebramos protocolos com algumas entidades para ajudar e difundir o enchido nacional, em Portugal e além fronteiras. Criamos uma newsletter, entre outras.

O.F: Quantos confrades têm a Confraria dos Enchidos?
H.T: Somos cerca de 50, e em Maio serão entronizados mais 20.

O.F: Nas confrarias existem sempre figuras publicas a confraria dos enchidos, tem algum “famoso”?
H.T: Sim, são nossos confrades o Paço Bandeira, Jorge Ganhão e serão entronizados em Maio o Carlos Alberto Moniz e o Arquitecto Tomás Taveira entre outros.
 
O.F: Como nós podemos tornar confrades?
H.T: Através de convite de algum dos confrades, ou então podem ir ao nosso site fazer uma candidatura espontânea.

O.F: Onde é a vossa sede?
H.T: A nossa sede é em Lisboa mas além de Lisboa temos uma delegação no Alentejo e outra em Leiria.

O.F: Quando vai haver entronizações de novos confrades?
H.T: Normalmente as confrarias só fazem um Capitulo de entronização por ano, mas a Confraria dos Enchidos, que não está limitada a uma zona, concelho ou distrito e não tem qualquer apoio, patrocínio ou ajuda de qualquer autarquia ou entidade pública ou privada, vai realizar só em 2013, mais 3 entronizações e elas são:
II Capitulo de Entronização – 11 de Maio em Góis, com o apoio da Câmara M. de Góis.
III Capitulo de Entronização – 31 de Agosto no Castelo de Ourém, Restaurante Medieval de Oureana, com o apoio do Real Confraria Enófila Gastronómica - Instituto D Afonso, IV Conde de Ourém.
IV Capitulo de Entronização – 31 de Dezembro de 2013/1 de Janeiro de 2014, passagem do Ano no Cruzeiro no Tejo.


O.F: Então e para finalizarmos, quais são os projectos futuros da Confraria dos Enchidos?
H.T: Apoiar a elaboração e divulgação de trabalhos sobre a gastronomia regional, e em especial dos enchidos e pratos e sopas que levem enchidos, designadamente sobre a sua história e antigas técnicas de produção;
Promover seminários, conferências, workshops e passeios culturais;
Divulgar por todos os meios adequados, as virtudes e tradições ligados à gastronomia regionais na realização e produção de enchidos;
Organizar concursos afim de eleger e premiar anualmente os melhores profissionais da gastronomia, quer no âmbito da cozinha quer serviço que a complemente, bem como as entidades individuais ou colectivas que tenham contribuído de forma relevante para promover a gastronomia dos enchidos em Portugal e além fronteiras;
Estabelecer relações com outras confrarias existentes, portuguesas ou estrangeiras, privilegiando as que se ocupem da gastronomia Portuguesa;
Colaborar com os órgãos locais, regionais, nacionais ou internacionais de turismo em todas as acções tendentes à divulgação e promoção dos nossos enchidos.
Elaboração de uma revista ou catálogo com o fim de promover os melhores enchidos e pratos tradicionais.
Organizar provas de degustação, almoços, jantares festas, recepções, banquetes, reuniões, pelos menos mais dois capítulos de entronização de novos confrades até ao fim do ano.

Entrevista de Orlando Fernandes (Jornalista)

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Natal 2012


Neste Natal de 2012 desejo, com amizade, muita saúde.

Que esta Quadra Natalícia, em que os corações se abrem na solidariedade fraterna, possa também ser um sinal de esperança na concretização dos vossos anseios.

O momento difícil que se vive em Portugal é de receio e de preocupação, mas deverá também motivar o crescimento das forças para o ultrapassar.

Desejo, por isso, pão e saúde nesta época Natalícia.

Se o Mundo puder ser diferente, melhorará a vida das nossas crianças e dos nossos idosos e esse será o melhor prémio que poderemos ter neste conturbado Planeta.

O meu abraço fraterno a todos e a cada um, para que deste calor humano possa surgir a luz para iluminar o vosso caminho, na esperança de dias melhores, numa eterna cadeia de união entre todos.

Henrique Tigo

quinta-feira, agosto 30, 2012

A morte da TV


A morte da TV 

Durante anos tivemos a Censura em Portugal, agora que vivemos em Democracia e este regime está a matou a TV (publica), ao criarem a televisão digital (TDT), que em Portugal que começou a emitir a 1 ano.
Implementou-se uma rede de última geração com a mais recente tecnologia de emissão e compressão de sinal. Mas quase ninguém sabe que existe, e nem todos a conseguem receber pois as mentes “pensadoras” de Portugal, não tiveram em conta as características geográficas, assim existem zonas onde o sinal não chega, normalmente chamada de zona “espelhada”.
Em Portugal a dita zona “espelhada” é só de 47%, sendo que 20% é em zonas urbanas e 27% em zonas regionais.
Então como é que as pessoas podem ver TV??? Temos então de montar uma nova antena no telhado. Uma coisinha barata, tudo somado antena, 2 descodificadores e respetiva montagem, fica pelo menos em apenas 220 euros. Nada mau, para quem ganha a o ordenado ou reforma mínima. Quem diria que estamos num país em profunda crise económica. Ah e só a PT vende a antena para zonas “espelhadas”. Estes valores é só para quem recebe, os quatro “canaizinhos”.
O que é mais giro é que temos de pagar 220 euros para ter uma antena, para recebemos os 4 canais “normais”… Mas tenhamos ou não dita antena, vivemos ou não numa zona “espelhada” pagamos a “taxa de TV” na factura da EDP. (É só sacar…)!!!.
Em vários países da europa entre os quais França, Itália, Alemanha, Suécia, o TDT funciona as mil maravilhas todos recebem o sinal e quando estão em zonas espelhadas, a antena necessária é colocada gratuitamente, as autarquias locais tratam da burocracia e os utentes tem direito a ver TV e atenção que não só 4 canais, pois o TDT não foi criado só para os quatro canais… já aqui ao lado em Espanha regulamentou-se a Lei da TV, legalizaram as TV locais, assim cada Espanhol recebe em média 28 canais gratuitos, em Portugal nem os quatro recebemos.
Quando e se com sorte recebemos os dito quatro canais “generalistas” a RTP 1, RTP 2 , SIC e TVI que são as únicas empresas de televisão a emitir em Portugal em TDT e agem como monopolistas. Não existe uma única televisão regional ou local, caso único em toda a Europa. A PT, que tem a exclusividade da transmissão do TDT e ela recusou ativar a rede codificada de canais e incorrendo em incumprimento ainda teve a lata de pedir a devolução da caução! Claro que só podia ter esta atitude, ou não tivessem eles a MEO satélite….
Assim o Povo ou tem dinheiro ou perde o direito de ver TV, claro que existem “situações” especiais em que o estado comparticipa a dita antena de TDT em zonas “espelhadas” e elas são:

a) Cidadãos com grau de deficiência igual ou superior a 60%;
b) Famílias beneficiárias do rendimento social de inserção (RSI);
c) Reformados e pensionistas com rendimento inferior a 500 euros mensais.

Mas porque a bondade do Estado tem limites, assim o valor dessa comparticipação é, no máximo, de 22 euros e será atribuído "após a compra do equipamento". Ou seja, pague lá a conta, que depois nós devolvemos 10%...Se não pagarem não veem TV, mas o (estado) saca na mesma o nosso dinheiro na mesma, na factura da EDP. Se não quiser meter esta antena, pode sempre meter o MEO ou a ZON, eles resolvem tudo, só temos de pagar duas vezes a mensalidade deste serviço mais a “taxa de TV” na factura da EDP.
Henrique Tigo

domingo, junho 24, 2012

Joaquim Evónio


MORREU o Meu Padrinho
Morreu a Poesia…

Copo numa mão, cigarro na outra, barba tipo “Pai Natal”, sorriso nos lábios e na Voz um Poema!!!
Este era o meu Padrinho/Tio Évonio.
Joaquim Évonio, atleta e campeão nacional na juventude, Coronel (Militar de Carreira) foi dos primeiros militares a ir para a Guine onde fez 3 comissões, lá ficou sem um pé e um dedo… Dizia com orgulho que por causa da Guerra Colonial tinha sido operado 17 vezes, todas com anestesia geral…
Criador da Proteção Civil em Portugal.
Comendador da Ordem Heráldica da Paz Universal, agraciado com o grau de Cavaleiro da Real Ordem do Leão do Ruanda.
Escritor, poeta e amante das artes, escrevia como ninguém, era das pessoas que mais conhecia a língua portuguesa, revisor de textos e livros, não conseguia estar quieto, amava tertúlias e dizer poesia, as vezes íamos jantar num restaurante qualquer e de repente levanta-se e começava a declarar poesia, ia até ao pé das pessoas das outras mesas e declamava um ou outro poema, depois voltava. -“A poesia é a melhor sobremesa” dizia muitas vezes…
Foi um dos maiores patronos das artes, colecionador de arte e pintura, adorava exposições e era rara a exposição onde não comprava um quadro ou dois.
Criador da “Varanda das Estrelícias”, com vocação para acolher quanto se produza nos países de expressão lusófona, quer se trate de Poesia, Prosa ou Artes plásticas.
Isto é o que todos sabem, mas para mim era muito mais, era o meu Padrinho/Tio, um doce de pessoa, um amigo, um crítico, devo-lhe muito… muito do que sou como escritor, poeta e até pintor devo a este grande Mestre.
Um poço de generosidade para todos, incapaz de estar quieto e de dizer que não a quem lhe pedia ajuda…
Um dos meus poemas preferidos dele era:

A Morte da Lua

A Lua morreu,
Coitada!

Estava tão esburacada
Que ninguém a vai lamentar…
Todos dirão:
Sofrer para quê?

Ela só tinha uma função…

E quem vai preocupar-se
Com a falta que faz aos poetas?
Este poema para mim é uma auto-retrato, pois só nós sabemos a falta que ele nos vai fazer e o quanto Portugal e a língua Portuguesa perdeu… Para mim ficou a sorte de ter sido amigo, sobrinho e afilhado deste “Monstro Sagrado” da cultura Joaquim Évonio Rodrigues de Vasconcelos, Obrigado!!!

terça-feira, março 27, 2012

A minha infância

A minha Infância foi assim:

Sinto saudades que quase tudo o que vivi na minha infância… Tenho saudades do Bairro Alto, saudades de andar em cima das árvores no Jardim Príncipe Real, do Conservatório Nacional, dos sons dos “artistas” da musica e do grito: - Acção!!.
Tenho saudades, da Dona Laurinda, daquela bata branca e dos seus gritos que se ouviam no Hospital São Luiz.
Saudades das bolas de Berlim que perfumavam a minha mala da escola primária, do cheiro a café e dos cariocas de Limão da Brasileira do Chiado e das conversas dos “Adultos” no Coche Real. Das cores das exposições e dos “croquetes” das Galerias.
Tenho saudades quando revejo os retratos do meu passado, quando olho para as cicatrizes que me ficaram de andar na escola e de andar de bicicleta… Sinto saudades do cheiro das castanhas assadas no Outono e dos Churros da “Costa” no Verão, e das montras de Natal nos Armazéns Grandella, no Inverno.
Sinto tantas saudades dos amigos que cresceram e nunca mais os vi, e daquelas corridas de carrinhos nos passeios da Rua dos Mouros.
Sinta daquelas pessoas por quem nunca mais me cruzei… e do cheiro das tintas da tipografia do meu Pai! Do que eu sinto mesmo, mesmo saudades é daqueles que partiram e eu nunca me pode despedir…
Dessas vivências de criança o que mais tenho saudades são dos meus Avós, do cheiro da Sopa de feijão da minha Avó, do jogo de cartas e dominó do meu Avô…
Assim tenho saudades das coisas que vivi mas principalmente daquelas que deixei passar sem tirar o seu melhor proveito, mas mesmo assim, posso afirmar que tive uma infância cheia e rica de pessoas, cores, formas, cheiros e não trocava a minha infância por nenhuma.

terça-feira, março 13, 2012

Mais um ano de Carta


Mais um ano de Carta…


No mês de Março, faço mais um ano de Condutor, foi um dos dias mais felizes da minha vida quando finalmente tive a dita “Carta de Condução”, a liberdade, a realização pessoal são sensações que a carta nós dão…
Mas em Portugal cada vez se conduz pior, todos os dias milhares de pessoas morrem nas ruas e nas estradas. Imprudência, desrespeito à sinalização, excesso de velocidade e direção sob o efeito do álcool são os grandes causadores destas tristes estatísticas.
As pessoas falam das armas e esquecem-se que o carro mata mais que uma “arma de fogo” ou uma “arma branca”. As pessoas perderam a consciência, só fazem isto ou aquilo com medo das “coimas” não pelo respeito pelos outros.
Existem três coisas que me fazem muita confusão e elas são:
1ª A passagem fora da passadeira, todos os dias vemos pessoas a passar em qualquer lado, pessoas de todas as idades, com crianças de colo, com crianças pequenas e até com idosos ou pessoas deficientes, até parece que não sabem que é proibido atravessar fora das passadeiras (sempre que exista uma a menos de 150 metros de distância) está no artigo 101.º do Código da Estrada CÓDIGO DA ESTRADA, mas a culpa não é só dos peões é também da policia, pois a 5 alínea deste artigo diz: Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 6 a € 30. E esta lei é de 1999 e até hoje em Portugal só foram passadas 3 coimas por este crime…
2ª É a utilização das luzes de nevoeiro quando não esta nevoeiro, Porquê conduzir de faróis de nevoeiro quando NÃO está nevoeiro????? Sinceramente acho que os “atrasados” usam as luzes nevoeiro ligadas porque acham que lhes dá um estilo brutal.
Mas mais uma vez, todos os dias passamos por milhares de condutores com essas luzes ligadas, mas a culpa é da policia pois é proibido no artigo 59.º do Código da Estrada CÓDIGO DA ESTRADA e na aliena 3 diz: sancionado com coima de (euro) 60 a (euro) 300.
3ª As pessoas que circulam na faixa do meio, muitas vezes na auto estrada ainda por cima não a 50 Km, quando é mais do que proibido, mais uma vez é obrigatório conduzir na faixa da direita (artigo 14.º. n.º 1 do Código da Estrada). A Condução na faixa do meio, dá multa de 300 euros e a suspensão da utilização da carta durante 6 a 12 meses. Mais uma vez não conheço ninguém a quem estas coimas tenham sido aplicadas… Todos os dias vejo operações auto stop (que acho importantes), todos os dias vezes radares nos sítios mais estranhos (caça as multas), mas as 3 coisas que mais me irritam na condução não vejo fazerem nada contra eles e contudo estão no Código da Estrada, mas como tudo em Portugal, …é proibido! Mas pode-se fazer…, mas é proibido… E se fizermos o que nós acontece? NADA!”
Henrique Tigo