Este Blogsopt é o ponto de vista de Henrique Tigo sobre o Mundo. Enquanto Artista, Geógrafo e acima de tudo Homem Livre e de bons costumes!!!.
terça-feira, março 27, 2012
terça-feira, março 13, 2012
Mais um ano de Carta
Mais um
ano de Carta…
No mês de
Março, faço mais um ano de Condutor, foi um dos dias mais felizes da minha vida
quando finalmente tive a dita “Carta de Condução”, a liberdade, a realização
pessoal são sensações que a carta nós dão…
Mas em
Portugal cada vez se conduz pior, todos os dias milhares de pessoas morrem nas
ruas e nas estradas. Imprudência, desrespeito à sinalização, excesso de
velocidade e direção sob o efeito do álcool são os grandes causadores destas
tristes estatísticas.
As
pessoas falam das armas e esquecem-se que o carro mata mais que uma “arma de
fogo” ou uma “arma branca”. As pessoas perderam a consciência, só fazem isto ou
aquilo com medo das “coimas” não pelo respeito pelos outros.
Existem
três coisas que me fazem muita confusão e elas são:
1ª A
passagem fora da passadeira, todos os dias vemos pessoas a passar em qualquer
lado, pessoas de todas as idades, com crianças de colo, com crianças pequenas e
até com idosos ou pessoas deficientes, até parece que não sabem que é proibido atravessar fora das passadeiras (sempre que exista uma a menos
de 150 metros de distância) está no artigo 101.º do Código da Estrada CÓDIGO DA
ESTRADA, mas a culpa não é só dos peões é também da policia, pois a 5 alínea
deste artigo diz: Quem infringir o disposto nos números anteriores é
sancionado com coima de € 6 a € 30. E esta lei é de 1999 e até hoje em Portugal
só foram passadas 3 coimas por este crime…
2ª É a utilização das luzes de nevoeiro quando não
esta nevoeiro, Porquê conduzir de faróis de nevoeiro quando NÃO está
nevoeiro????? Sinceramente acho que os “atrasados” usam as luzes nevoeiro
ligadas porque acham que lhes dá um estilo brutal.
Mas mais uma vez, todos os dias passamos por milhares de
condutores com essas luzes ligadas, mas a culpa é da policia pois é proibido no
artigo 59.º do Código da Estrada CÓDIGO DA ESTRADA e na aliena 3 diz: sancionado com coima de (euro) 60 a (euro) 300.
3ª As pessoas que circulam na faixa do meio, muitas
vezes na auto estrada ainda por cima não a 50 Km, quando é mais do que
proibido, mais uma vez é obrigatório conduzir na faixa
da direita (artigo 14.º. n.º 1 do Código da Estrada). A Condução na
faixa do meio, dá multa de 300 euros e a suspensão da utilização da
carta durante 6 a 12 meses. Mais uma vez não conheço ninguém a quem estas
coimas tenham sido aplicadas… Todos os dias vejo operações auto stop (que acho
importantes), todos os dias vezes radares nos sítios mais estranhos (caça as
multas), mas as 3 coisas que mais me irritam na condução não vejo fazerem nada
contra eles e contudo estão no Código da Estrada, mas como tudo em Portugal,
“…é proibido! Mas pode-se fazer…, mas é proibido… E se fizermos o que nós
acontece? NADA!”
Henrique Tigo
sábado, dezembro 31, 2011
Feliz Ano Novo
De um momento para o
outro
naquele momento
instante fugaz,
o fogo-de-artifício
anuncia
que o ano novo Chegou
e o ano velho Partiu…
Num instante fugaz, as
taças de champagne
Cruzam-se e o vinho
espumante
anuncia que o ano
velho morreu,
e o ano novo nasceu.
E de repente,
os olhos cruzam-se,
as mãos entrelaçam-se
e os seres humanos,
num abraço caloroso,
num só pensamento…
Revelam um só desejo e
uma só aspiração: PAZ E AMOR.
Não importa a nação,
não importa a língua,
não importa a cor,
não importa a origem,
Pois somos todos seres
humanos
e descendentes de um
só Pai…
As Mulheres lembram-se
apenas de um só verbo: AMAR…
Os homens cantam uma
só canção,
um só hino, o hino da
liberdade...
De repente,
os homens e as
mulheres
esquecem o passado,
olham para o futuro,
de como é bom viver….
De repente,
os homens e as
mulheres
recordam-se da maior
dádiva: a VIDA.
Assim como que por
magia
tudo se transforma
e chega o ano radiante
de esperança,
porque só nós podemos
alterar
os rumos da nossa vida.
É pena só ser Ano Novo
Uma vez por ano…
FELIZ ANO NOVO!
*poema de Henrique Tigo
*poema de Henrique Tigo
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Mensagem de Natal

Desejo a todos meus amigos, um Natal repleto de Felicidades, de Amor e Paz.
Que todos nós tenhamos a consciência que o rancor, o ódio, e outros sentimentos mesquinhos a nada levam, apenas corrompem nossa alma.
Que todos nós tenhamos a consciência que o rancor, o ódio, e outros sentimentos mesquinhos a nada levam, apenas corrompem nossa alma.
Que tenhamos a Paz de Espírito para o discernimento correcto de que estamos fazendo aquilo que é justo e correcto para nós e para os nossos semelhantes.
Que tenhamos o prazer de ser útil a alguém. E que o novíssimo ano 2012, seja um ano de muitas transformações e realizações para todos, não só no campo material, mas principalmente na nossa alma, e no nosso "eu" interior.
Desejo que todos tenham o que for justo e perfeito, belo, sereno e louvável.
Que neste Natal os anjos desçam do céu e iluminem o teu sorriso para que ele se torne tão sincero quanto o sorriso de uma criança.
Feliz Natal e Bom Ano Novo
sábado, outubro 22, 2011
Desabafo

Desabafo
Hoje vivemos num País absolutamente vazio , aos poucos e poucos estamos a perder a nossa identidade.
No meu bilhete de identidade diz: Nascido em Alcântara, mas podia dizer nascido na Europa que hoje em dia é a mesma, coisa.
Sou um produto de duas coisas, de uns pais maravilhosos, que passados quarenta anos ainda se amam e ainda estão casados e devo ser dos poucos que ainda podem dizer que os seus pais ainda estão casados.
E sou produto do pós 25 de Abril, nascido de uma sociedade que nunca me devotou amor e por um Pais que rapidamente se esqueceu de mim… Só se lembrou de mim, quando me mandou para a Escola Primaria ou me chamou para ir para a Tropa, sim ainda sou do tempo do serviço militar obrigatório.
Vivi a minha infância e grande parte da adolescência nesta zona típica de Lisboa de ruas estreitas e empedradas adjacentes às zonas do Carmo e do Chiado, conhecido como Bairro Alto, outrora conhecido como Vila Nova dos Andrades.
Convivi com cenários e personagens que me deixaram uma memória tão rica (e motivadora), na companhia do meu pai cresci por redacções de jornais já extintos, o conservatório nacional (local de trabalho dos meus pais durante vários anos), os bares e casas de fado, bailarinas e arlequins...
Conheci a “fina flôr “ das artes e da cultura, na Brasileira do Chiado ou no Coche Real e nas suas tertúlias. O meu imaginário infantil está repleto de personalidades públicas.
Fui educado para ser um intelectual, saber de literatura, artes plásticas, teatro, cinema, gostar de tertúlias e de amar o meu semelhante.
Como nasci depois do 25 de Abril, fui igualmente educado a viver numa sociedade, fraterna, igualitária e onde a Liberdade reinaria.
Ainda muito novo inscrevi-me num partido político, mas rapidamente descobri que a letra da musica do Sérgio Godinho, "Como é que gente tão socialista, desiste de fazer o socialismo?"estava correcta que eu podia imaginar.
Depois os meus amados Pais, mostrou-me o que é ter PERSISTÊNCIA... Arrastaram-me literalmente para a Faculdade, a eles devo o meu curso.
Sempre me disseram que devia estar estudar, para contribuir para uma sociedade melhor, e ajudar o meu País… e hoje pergunto-me para quê?
Senão, vejamos de que Pais estamos a falar: Um País cheio de justiça, igualdade, solidariedade. Igualdade de oportunidades???... De onde o Triunfo do Humanismo e da Cultura saiu vencedor?. Será que estes ideais não passam então de palavras ocas? Portugal terá a dar para o torto? A miséria não se cura? A vida digna não é de todos? A usurpação dos bens, pelas minorias privilegiadas, a nova tirania e a nova escravatura são inevitáveis? Não nos resta mais que transigir? Afazermo-nos ao que nos impõem e ficar de bico calado?.
Onde estão os ideais do povo de Abril??? Até parece que esta adormecido, já se esqueceu dos ideais de Abril, como dizem os Homens da Luta “ E o Povo…, pá? Quer dinheiro para um carro novo…”
Vivemos num Pais onde não vale a pela discordar disto e daquilo, pois temos de cumprir sempre as vontades e os preconceitos dos nossos governantes, que grande e terrível verdade, esta. Para não levar pancada, para ter diante de mim o pão e as sopas... eu obedeci, a professores, a chefes e chefezinhos. Hoje sou o que os outros me obrigaram a ser... Um homem ajuizado, útil, domesticado, como a massa de um bolo que se deita numa forma e se leva ao forno.
Para que serviu o meu curso???, Se não há saída profissionais para ele… Para que serve ter sido educado para ser um intelectual, num País onde a cultura é tratada como um vírus e os artistas esquecidos e só se lembram deles quando necessitam…
É triste que 37 anos depois, de ter chegado a tão esperada Democracia as novas gerações nada saibam sobre os diferentes tipos de regimes do que foi a Monarquia, a Republica e o Estado Novo ou sobre a Revolução dos Cravos. Na minha opinião isto é intencional, pois muitos actores do Estado Novo e do 25 de Abril ainda estão entre nós e uns não querem que se sabia o que fizeram e outros querem que se julgue que fizeram mais do que realmente fizeram, auto intitulando-se assim heróis nacionais.
A verdade é que os que mais fizeram estão calados ou esquecidos muitas vezes ofuscados pelo brilho daqueles que pouco ou nada fizeram, mas que se meteram em bicos de pés.
Em 37 anos de democracia, já tivemos Governantes da Direita da Esquerda, Liberais e sei lá mais o quê, mas a verdade é que estamos cada vez pior, pior que no tempo da Monarquia, pior que na 1ª Republica…
Acho que sou um homem bom e livre e de bons costumes, todos os dias tento me transformar num homem ainda melhor, mas sou o que eles querem que eu seja — mas mereceu a pena?
Mereceu a pena esmagar a criança que em mim viveu para entrar no tal mundo construído por adultos cheios de juízo, muito práticos, muito bem comportados? E que mundo é esse?
Hoje, ainda não posso responder: vivemos um tempo cheio de injustiças e de desigualdades, a abarrotar de hipócritas e malandros. Um tempo habitado por homens e mulheres apressados, autênticos fantoches, avaros de amor e de ternura, onde a maioria nem talvez saiba o que isso é!...
Todos os dias, faltam-me as forças e vou perdendo os meus sonhos, Não sei se algum dia vou trabalhar naquilo em que me formei, naquilo que gosto e sei fazer, se alguma dia vou por em pratica a educação que os meus pais me deram… Será que algum dia vou poder ter condições para ter um filho?
Resta-me prometer que tudo farei para mudar isto...
terça-feira, outubro 11, 2011
Título de Guarda de Honra da RAGCPMN
Título de Guarda de Honra atribuído a Henrique Tigo.
No passado dia 24 de
Setembro de 2011, foi atribuído a Henrique Tigo o título de Guarda de Honra da Real Associação de Guarda dos Castelos Panteões e Monumentos Nacionais
Sob o Alto Patrocínio da Casa Real Portuguesa, S.A.R. Dom Duarte de Bragança Duque de Bragança e da Real Associação de Guarda dos Castelos, Panetões e Monumentos Nacionais foi levado a efeito, a Missa Capitular de Investidura de novos Guardas da Real Associação. Que teve lugar Antiga Real e Insigne Sé-Colegiada de Santa Maria no Castelo de Ourém.
Esta honra foi atribuída a este Dr. Henrique Tigo pelos serviços prestados à cultura e pela união dos Artistas Plásticos e do Patrocínio.
Jornalista
Orlando Fernandes
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