sexta-feira, julho 21, 2017

Já a venda

Já a venda
Livro das "Bodas de Madeira" da Confraria dos Enchidos.
Encomendas através: confrariadosenchidos@gmail.com

segunda-feira, junho 05, 2017

quarta-feira, maio 24, 2017

Reportagem sobre a Gala de Homenagem a H. Mourato

video
Reportagem da TVa Amadora, sobre a Gala de Homenagem ao Mestre H. Mourato a 12 de Maio de 2017, no Auditório de Alfornelos

quarta-feira, maio 10, 2017

Você vs Tu





Portugal é um país de títulos, durante oito séculos, tivemos os títulos nobiliárquicos ou títulos de nobreza foram criados com o intuito de estabelecer uma relação de vassalagem entre o titular e o monarca.
Com a implementação dos República esses mesmos títulos foram abolidos, então o povo criou novos, passamos a ter os títulos académicos: Doutores, Professores, Engenheiros, Arquitectos, etc, etc,.
Mas como ainda não chegava, pois havia muitos “ricos” de dinheiro, que não tinham nem títulos nobiliárquicos nem académicos, criaram o VOCÊ – que é um pronome pessoal de tratamento. Refere-se à segunda pessoa do discurso, mas, por ser pronome de tratamento, é empregado na terceira pessoa (como "ele" ou "ela").
Sua origem encontra-se na expressão de tratamento de deferência vossa mercê, que se transformou sucessivamente em vossemecê, vosmecê, vancê e você. Vossa mercê (mercê significa graça, concessão) era um tratamento dado a pessoas às quais não era possível se dirigir pelo pronome TU.
E para as mentes pequenas começou a ser um crime de Lés a pátria, tratar alguém por tu…
Mas Você, não existe! Não temos nenhum tempo verbal Você!
Tão finos querem ser, que nem sabem o que dizem, deixem-se de coisas, estamos em Portugal, vamos lá tratar toda a gente por TU, pois não é falta de educação, antes pelo contrário é respeitar a nossa língua, nem sequer estamos no Brasil.
Eu até tenho título nobiliárquico e título académico, mas a mim podem-me tratar por tu! (ofendem-me é quando me tratam por você)

quarta-feira, abril 19, 2017

Desporto e Vacinação



Desporto e Vacinação.

Todos sabem, que “Eu sou pela Liberdade”, por isso tento sempre não discutir, religião, politica nem desporto.
1º Por isso mesmo porque sou pela Liberdade;
2º Porque este tipo de discussões normalmente só leva a um sítio zanga entre amigos;
3º Porque se pode falar muito mas em 99,9% das vezes as pessoas, não vão mudar de ideia.

Mas mesmo sendo, pela liberdade, tento com isso respeitar tudo e todos, mas como não sou de ferro, existem pequenas coisas que mexem comigo.

Neste momento existem duas coisas que estão a mexer comigo, a primeira é a falta de respeito nos campos de futebol, onde se ouvem cânticos “negros” que não dignificam em nada o desporto, assim como violência dentro e fora dos campos, que está a ultrapassar todos e tudo, pois não devemos confundir liberdade com libertinagem.

Para mim quem exerce libertinagem é alguém que é devasso, dissoluto, licencioso (que abusa da liberdade), ímpio, insubordinado e com isso eu já não posso concordar.

Também não posso concordar que tirem os polícias da ruas, onde eles realmente fazem falta, para tomarem conta de “meninos” libertinos.

Podem dizer: “Ah, são os clubes que pagam os gratificados dos Policias” até pode ser verdade, mas estão a privar milhares de cidadãos da polícia que tanta falta faz.

As claques não se sabem comportar, os jogadores são gladiadores então façam os seus jogos a porta fechada, sem claques, pode ser que assim quando voltarem a abrir as portas, os adeptos estejam menos libertinos, e os outros que vão ver os jogos porque gostam, não sejam incomodados pelos tais libertinos, e assim também podem devolver a policia onde ela faz falta!

O segundo assunto é a estória da Vacinação, mesmo sendo pela liberdade, a minha liberdade acaba onde começa a dos outros.

Agora um grupo de pseudo eruditos, resolveram que não querem que os filhos sejam vacinados… E por isso, ainda hoje uma jovem de 17 anos MORREU! 

E morreu porque teve contacto com uma criança que não tinha sido vacinada por opção dos Pais.
Estes Pais, para mim deviam ser condenados por homicídio involuntário, porque foi isso que aconteceu, um a pessoa morreu e estão mais uns quantos internados pela irresponsabilidade, egoísmo e falta de consideração pelos outros, por estes senhores.   

A Estado deve e tem de inverter, pois se a vacinação é obrigatória como diz O Decreto-Lei nº 44198 de 20.02.1962 que ainda não revogado. 

Cumpra-se a Lei, para que mais inocentes não morram. 

Embora não concorde totalmente com o Lenine às vezes penso na afirmação dele “A liberdade é uma coisa tão preciosa que deve ser racionada.”


terça-feira, março 21, 2017

Quero Jantar

Quero Jantar - poema de Henrique Tigo

quinta-feira, março 16, 2017

quarta-feira, março 01, 2017

Eduardo Olímpio

Sobre o Escritor Eduardo Olímpio 



Existem escritores que marcam, mas infelizmente vivemos em Portugal, onde os verdadeiros e únicos criadores são esquecidos, é o caso do Eduardo Olímpio que quanto a mim é o maior escritor Alentejano.
A sua obra “António dos Olhos Tristes” é a obra mais bonita, alguma vez escrita sobre o povo alentejano.
Os seus contos e aventuras, não ficam em nada atrás das do Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry, com a diferença que como ele não era alentejano teve o reconhecimento mundial.
Mas não é só nesta obra que encontramos o génio literário de Eduardo Olímpio, pois a sua obra é completa quer em poesia da qual destaco a obra de 1980 “Uma Porta para o Alentejo”, onde até conseguimos sentir o cheiro da terra alentejana e o trabalho do seu povo.
Desde pequeno que sou um devorador das obras de infantis do Eduardo, “O gato Tarzan”,
Ternura, memórias, A Senhora Dona Casa e o Senhor Automóvel, O comboio do Estoril, também em poesia. Sinceramente não consigo dizer qual a melhor.
E fico até sem palavras para falar sobre as suas obras de ficção “Um girassol chamado Beatriz”; E a “A menina da carreira de Manique” e ainda “Éramos oito na Pensão Celeste”, qualquer uma destas obras mereciam o Prémio Fernando Pessoa e a sua obra não fica por aqui. Todas as letras para músicas que escreveu para o Paco Bandeira, Carlos Alberto Moniz ou ainda o famoso “Caís do Sodré” cantado pelo Fadista Rodrigo.
Todas estas décadas dedicadas a literatura, com aquela humildade que lhe é característica, estamos a falar de um vulto importantíssimo da literatura, que é das pessoas mais simples que conheço.
Tive a sorte de conhecer o Eduardo, ainda na barriga da minha mãe, o meu pai seu amigo e conterrâneo é autor de muitas capas dos seus livros e desde pequeno que leio e estudo a sua obra.
Tenho o azar ou a sorte de ser disléxico, e por isso tenho de ler e escrever muito e logo das primeiras obras que comecei a ler quando me foi descoberto, foi o António dos Olhos Tristes, obra que ainda hoje tenho na minha mesa-de-cabeceira.
Uma curiosidade, quando tinha 10 anos, em Santiago do Cacém, foi o Eduardo Olímpio que me ensinou a fazer o nó de gravata, até hoje cada vez que faço o nó lembro-me sempre da paciência de um grande homem e brilhante artista a ensinar um “puto” a fazer o seu primeiro nó de gravata, isto releva o ser humano lindo que é este homem.
Acredito que Portugal deve muito, ao escritor, ao poeta e ao ser humano e espero que eu e ele vejamos ser reconhecido o seu valor, pois como disse antes, ele é Saint-Exupéry Portugueses.
Enfim obrigado Eduardo por tudo o que nos tens dado.

terça-feira, janeiro 24, 2017

Poesia ComTigo

Já a venda os últimos 25 exemplares da 1 edição do meu livro "Poesia ComTigo", edição da ideia fixe.
Os melhores poemas de Henrique Tigo, com ilustrações do Mestre H. Mourato com prefácio de José Fanha e posfácio de Hernâni Carvalho.
Por apenas 10€
Pode fazer a sua encomenda através do Mail:
henriquetigo@gmail.com

sexta-feira, janeiro 20, 2017

Esgotado - Livro "A Maçonaria e Eu"

Tenho a alegria de informar que a 1ª edição do meu livro " A Maçonaria e Eu" está oficialmente esgotada.
Obrigado a todos os que adquiriram e fizeram deste livro um sucesso!

quarta-feira, janeiro 18, 2017