Este Blogsopt é o ponto de vista de Henrique Tigo sobre o Mundo. Enquanto Artista, Geógrafo e acima de tudo Homem Livre e de bons costumes!!!.
sexta-feira, dezembro 12, 2025
terça-feira, dezembro 02, 2025
Cerimónia Comemorativa dos 33 Anos de Carreira de Henrique Tigo na Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
A Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa foi palco, recentemente, de uma celebração rara e profundamente emotiva: os 33 anos de carreira literária de Henrique Tigo, autor cuja escrita tem marcado sucessivas gerações de leitores. O encontro juntou escritores, leitores, amigos e admiradores num ambiente onde a literatura se fez festa, memória e partilha.
A cerimónia iniciou-se com uma evocação do percurso de Henrique Tigo, destacando a sua dedicação à palavra escrita e o impacto da sua obra no panorama literário lusófono. Entre romance, crónica, conto e poesia, Tigo construiu uma carreira plural que foi recordada com afeto e reconhecimento.
Em vários momentos, o próprio escritor partilhou histórias e estórias que atravessaram a sua vida e o seu processo criativo relatos inéditos, episódios curiosos e reflexões que revelaram a intimidade entre o autor e a sua obra.
Dois nomes sonantes da expressão poética oral, José Fanha e Francisco Queiroz, elevaram o evento a uma verdadeira celebração artística.
Com a sua reconhecida mestria, Fanha declamou poemas e pequenos textos que ecoaram pela sala, trazendo ritmo, intensidade e humor. A sua presença reforçou o sentido comunitário da literatura: a palavra como encontro.
Francisco Queiroz, por sua vez, brindou o público com interpretações sensíveis, revelando a musicalidade oculta nos textos e ampliando o sentimento de homenagem ao escritor celebrado. A sua declamação destacou o poder da poesia como ponte entre gerações e sensibilidades.
A cerimónia sublinhou a relevância de Henrique Tigo no panorama cultural.
A atmosfera manteve-se sempre calorosa, refletindo o apreço que o público tem pelo autor e a força de uma carreira construída com autenticidade e empenho.
A comemoração na Biblioteca da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não foi apenas uma homenagem a um escritor; foi uma celebração da literatura enquanto espaço de encontro, emoção e memória. Henrique Tigo, ao completar 33 anos de carreira, reafirma-se como uma voz presente e viva na cultura portuguesa.
A noite terminou com aplausos prolongados, abraços, livros assinados e a certeza de que as palavras quando verdadeiras permanecem.
Pedro Fernandes
segunda-feira, novembro 17, 2025
33 anos ComTigo
Largo Trindade Coelho - 1200-470 Lisboa
Dia 28 de Novembro pelas 17h30m
Com apresentação de vários dos seus livros sessão de autógrafos e declamação de poesia por amigos seus dos quais destacamos José Fanha, Francisco de Pina Queiroz entre outros.
Lançamento do livro Maçonaria na primeira pessoa
quinta-feira, setembro 25, 2025
No próximo dia 15 de Novembro., pelas 15horas na sede da Grande Loja Legal de Portugal / Grande Loja Regular de Portugal
Quinta de Sant’ana
O livro será apresentado pelo Grão-Mestre Paulo Rola e pelo Gr:. Orad: Fernando Ferreira.
No Templo da GLLP/GLRP. seguindo-se uma visita ao Museu da Maçonaria.
quarta-feira, setembro 10, 2025
Este livro é composto por trabalhos e pranchas, que são produto dos trabalhos apresentados por mim em Loja. Desde Aprendiz a Mestre Instalado.
Neste livro pode ser desde uma monografia a um estudo sobre um aspecto ritualístico do trabalho em Loja.
Sobre este livro o MRGrão-mestre da GLLP/GLRP Paulo Rola, escreve no prefácio:
"...Este livro é um convite: a refletir, a questionar, a sentir. Cada prancha, cada poema, é uma centelha dessa luz que recebemos e que procuramos partilhar. Tenho a certeza de que quem o ler, Maçom ou não, encontrará aqui algo que o fará crescer.
Henrique, a tua coragem e o teu amor à Arte Real ficam gravados nestas páginas. E por isso, este livro não é apenas teu é um presente para todos nós."
Encomendas por mensagem privada. por apenas 10€
PS envio acresce portes de envio.
quinta-feira, setembro 04, 2025
Elevador da Glória
Ao longo de quase 50 anos convivendo com os Elevadores da Glória, eles foram mais do que simples meios de transporte; foram testemunhas silenciosas da minha vida, de momentos inesquecíveis. Foram os meus primeiros transportes públicos na infância, os companheiros de tantas jornadas, de risos, de lágrimas, de sonhos e de esperança. Neles, brinquei, li, joguei, namorei, discuti, fiz amigos, fui ao cinema e ao teatro, levaram-me a restaurantes, ansioso por uma entrevista de emprego, e uma alegria imensa ao conquistar uma oportunidade. Cada viagem era uma história, cada passagem, uma emoção guardada na memória.
Hoje, ao chegar ao meu gabinete e ver a calçada da Glória despida dos seus icônicos elevadores amarelos, um silêncio pesado invade o meu coração. Não ouço mais o som da sua passagem, não sinto mais o chão vibrar sob as viagens deles. É uma sensação de perda profunda, uma mistura de tristeza e vazio que corta fundo na alma. Eles eram mais do que máquinas; eram parte da minha história, do meu cotidiano, do nosso mundo. E agora, a sua ausência deixa um vazio que nenhuma palavra consegue preencher.
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